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Sex, 03 de julho de 2009
 
 

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"O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE"

‘Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser  invisível’
 
 Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese  de mestrado  da ‘invisibilidade  pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas  enxergam apenas a função  social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse  critério, vira mera  sombra social.
 
 Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
 
 O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu  uniforme e trabalhou oito  anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São  Paulo. Ali, constatou  que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são  ’seres invisíveis’,  ’sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu  comprovar a  existência da ‘invisibilidade pública’, ou seja,  uma percepção humana  totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do  trabalho, onde  enxerga-se somente a função e não a pessoa.
 
 Braga trabalhava apenas meio período como gari, não  recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a  maior lição de sua  vida:
 
 ‘Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi  como gari, pode significar  um sopro de vida, um sinal da própria existência’,  explica o pesquisador.
 
 O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um  objeto e não como um  ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos  corredores da USP, passavam  por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às  vezes, esbarravam no  meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me  ignorando, como se  tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz.
 
 No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles  colocaram uma garrafa  térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não  tinha caneca. Havia um  clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra   classe, varrendo rua  com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se  aproximavam para  ensinar o serviço.. Um deles foi até o latão de lixo  pegou duas latinhas de  refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o  café ali, na latinha  suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande,  esperei que eles se  servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café.
 Mas, intuitivamente,  senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de  sensações ruins. Afinal, o  cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma  lixeira, que tem  sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento  em que empunhei a  caneca improvisada, parece que todo mundo parou para  assistir à cena, como  se perguntasse:
 
 ’E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa  caneca?’
E eu bebi.   Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles  passaram a conversar  comigo, a contar piada, brincar.
 
 O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
 
 Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão  central. Aí eu  entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro,  passei pelo andar  térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na  biblioteca, desci   a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em  frente a  lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse  trajeto e ninguém  em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O  meu corpo tremia como  se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça  era como se  ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não  senti o gosto da  comida e voltei para o trabalho atordoado.
 
 E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
 
 Fui me habituando a isso, assim como eles vão se  habituando também a  situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um  professor se aproximando  - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia  passar por mim, podia  trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse  passando por um  poste, uma árvore, um orelhão.
 
 E quando você volta para casa, para seu mundo real?
 
 Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em  que você está  inserido nessa condição psicossocial, não se esquece  jamais. Acredito que  essa experiência me deixou curado da minha doença  burguesa. Esses homens  hoje são meus amigos. Conheço a família deles,  freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
 
 Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele  existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é  chamado pelo nome.  São tratados como se fossem uma ‘COISA’.
 





Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem  na vida!
Respeito a qualquer ser humano, independente de sua condição social é uma relação para a qual devemos estar atentos e colocar em prática.

 





A BOA NOTÍCIA

O evangelho de Mateus termina com Jesus dando aos discípulos a missão de anunciar o evangelho, palavra que significa "as boas novas". Aquele que é Senhor e tem toda a autoridade no céu e na terra, envia seus discípulos para que façam discípulos de todas as nações, os batizem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e lhes ensinem tudo o que ele lhes ensinou.

Toda a autoridade, todas as nações, tudo o que receberam. Não há limites. E ele promete estar com seus discípulos todos os dias até a consumação dos séculos. Você crê em Jesus? É um discípulo dele? Está anunciando essas boas novas? Tem certeza de que são boas e novas? Por que pergunto?

Bem, se você sair por aí dizendo que as pessoas precisam frequentar essa ou aquela igreja para serem salvas, você não está anunciando as boas novas. Lembre-se de que os discípulos não eram membros de alguma organização e nem tinham qualquer denominação para identificá-los. Eles eram chamados de cristãos porque seguiam o Cristo. Eles convidavam as pessoas a crerem em Jesus, a pertencerem a uma Pessoa, Jesus, não a uma igreja ou religião.
LEIA O ARTIGO COMPLETO

 


Silas Malafaia e Renê Terra Nova - versus - A Verdade do Evangelho.

No dia 18 de Abril de 2009 completa um ano que o site NaFrequencia.com lançou seu primeiro vídeo na internet: "Silas Malafaia e Renê Terra  Nova - Qual o propósito?".

O vídeo original e mais algumas reproduções chegaram a mais de 50.000 cliques.

O amor e a simplicidade de Cristo tem algo a ver com este "evangelho" de hoje? Se você ainda tem dúvidas, nos acompanhe...

O que você vê e ouve em nosso site é o convite à Revolução, aquela que é interna e acontece nos corações dos que buscam a  Verdade do Evangelho, a mesma que contagia, que liberta almas cativas e traz a certeza de estar no Caminho certo.

Fique por aqui, pois nosso objetivo é estar “Na Freqüência” com este Mestre! 

- Fica ordenado que nunca mais se oferecerá nenhuma Graça em troca de nada, e que o dinheiro perderá qualquer importância nos cultos do homem. Os gazofilácios se transformarão em baús de boas recordações, e todo dinheiro em circulação será passado com tanta leveza e bondade que a mão esquerda não ficará sabendo o que a direita fez com ele.

2º - Fica estabelecido que todo aquele que mentir em nome de Deus vomitará suas próprias mentiras e delas se alimentará como o camelo, até que decida apenas glorificar a Deus com a verdade do coração.

- Nunca mais ninguém usará a frase "Deus pensa que...", pois, de uma vez e para sempre, está estabelecido que o homem não sabe o que Deus pensa.

- Estabelecido está que a Palavra de Deus não pode ser nem comprada e nem vendida, pois cada um aprenderá que a Palavra é livre como o Vento e poderosa como o Mar.

- Permite-se para sempre que onde quer que dois ou três invoquem o Nome em harmonia, nesse lugar nasça uma Catedral, mesmo que esteja coberta pelas folhas de um bananal.

- Fica proibido o uso do Nome de Jesus por qualquer homem que o faça para exercer poder sobre seu próximo, e estabelecido que melhor que a insinceridade é o silêncio. Daqui para frente, nenhum homem dirá "O Senhor me falou para dizer isto a ti", pois Deus mesmo falará à consciência de cada um. Todos os homens e mulheres que crêem serão iguais, e ninguém jamais demandará do próximo submissão, mas apenas reconhecerá o seu direito de livremente ser e amar”.

Trechos do famoso texto: "Um convite à Doce Revolução" de Caio Fábio.

“Deixe os mentirosos sepultar os seus próprios seguidores, quanto a você, vem e segue-me para caminhar na Graça e Misericórdia. Quem estiver cansado de viver no engano, ouvirás a minha voz chamando, a verdadeira voz do Bom Pastor”. Convite de Jesus, adaptado para os dias de hoje.

Equipe NaFrequencia.com

 

 

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